A magia de Bida enfeitiça pelo ritmo, num movimento antropofágico que devora e assimila através da combinação de sons de diferentes partes do mundo. Do Funk ao House, do Vogue beat ao Gqom, a metamorfose ocorre não como um reflexo divergente, mas como uma identidade complementar e diaspórica, na busca pela conexão entre esses territórios.
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